Nota: Este artigo é apenas uma das 60+ seções do nosso relatório completo: The 2024 Legal AI Retrospective - Key Lessons from the Past Year. Faça o download do relatório completo para verificar as citações.
Desafios e Considerações
Preocupações Éticas e de Viés: Em 2024, 27% dos profissionais jurídicos que não haviam experimentado tecnologias de IA citaram preocupações com a ética de uso como motivo para isso.[21]
Cenário Regulatório: Em 2024, diversas jurisdições estão desenvolvendo ou já implementaram diretrizes para o uso de IA na prática jurídica, incluindo considerações éticas e requisitos de transparência.[22]
Impacto na Força de Trabalho Jurídica: A IA poderá automatizar até 23% das horas de trabalho dos advogados até 2030.[23]
Desconfiança Fundamental: A (in)confiabilidade do conteúdo gerado por IA levou a casos de uso indevido e mal-entendidos, além de erros públicos, como a citação de jurisprudência inexistente em documentos judiciais. Isso gerou preocupações sobre os potenciais danos à reputação da IA no setor jurídico.
Precisão: O problema das "alucinações" - quando modelos de IA geram informações falsas ou imprecisas - é particularmente problemático nos atuais Large Language Models (LLMs) ao lidar com consultas jurídicas. Embora algumas plataformas estejam abordando isso por meio da implementação de recursos de citação de fontes, o problema continua sendo um obstáculo significativo para a adoção generalizada da IA na prática jurídica.
Crescimento contínuo no uso: Já estamos nos aproximando da adoção plena da IA? Uma pesquisa da Slack com 17 mil trabalhadores globais (não profissionais jurídicos) mostra que o ritmo de adoção já está desacelerando.[24]
Perspectivas Futuras
A proliferação da integração de IA generativa nos últimos 12 meses marca o que será, inegavelmente, um momento decisivo na história do setor jurídico.
"Os modelos estão evoluindo rapidamente. Se você tentar usar a tecnologia e tropeçar no dia 1 do mês, vale a pena verificar no dia 14 e no dia 28 para ver o quanto o mundo avançou nesse meio-tempo!"
Oliver Asha, Head of Legal, Reino Unido